domingo, 3 de abril de 2011

A farsa da entrega das armas.

LEI No 10.826, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2003 ... Esta lei no seu artigo 32 encontramos :
   Art. 32.  Os possuidores e proprietários de arma de fogo poderão entregá-la, espontaneamente, mediante recibo, e, presumindo-se de boa-fé, serão indenizados...


Pois em 2004 conforme documento em figura ao lado, entreguei 3 armas de minha posse, uma espingarda calibre 12, com cartucheira e munição, um revólver 38 cano curto reforçado e uma pistola calibre .28, tipo espingarda de mão, a qual tinha mandado fazer... 


           Não entreguei as armas convencido pela campanha porque, conhecendo como a questão é tratada em outros países, como na Suíça em " Os suíços e suas armas ", ou como os EUA agem com respeito ao mesmo assunto, não tinha como se convencer dos méritos da campanha... Mas a posse de armas de fogo nos leva à situações de risco desnecessárias... Já tinha acontecido comigo duas vezes... Por isso, aproveitei a oportunidade de devolver legalmente e ainda ser remunerado com parte do valor das mesmas... 


          O processo de entrega foi meticuloso... Ir à polícia civil, conseguir autorização de transporte, ... Mas fiz, afinal estava me relacionando com nossos órgãos de segurança pública... Recebi o certificado ao lado e um recibo... Avisaram que o valor da indenização seria depositado em minha conta bancária, num prazo não definido... Mas eu não tinha pressa...


          Este depósito não aconteceu... Não por isso resolvi verificar como tinha ficado o caso... O fato é que procurei pelo comprovante de entrega e não o encontrei... Fui à polícia civil, mesmo lugar da entrega... Me informaram que tinham repassado tudo para a polícia federal, na Ipiranga, junto à Zero Hora... Fui lá... Fui informado que não poderiam fazer nada pois eu não dispunha de qualquer referência para eles... Informaram tambem que o exército havia recolhido estas armas, entregue à eles, PF, pela polícia civil e não havia documentação sobre isto...


          Aí comecei a me preocupar alem de ficar indignado pela forma como o assunto tinha sido tratado por órgão como a PF e o próprio exército... Incrível... Tinham sumido com as armas entregues, não havia documentação e alegavam nada poder fazer... Por isso fiz nova busca e achei o documento que me foi entregue na polícia civil no dia que devolvi as armas... 


         Voltei à polícia civil e me informaram que aquele documento que tinha achado era um comprovante de que possuia, na época, aquelas armas... Não o recibo de entrega... Pior, fui informado que as armas continuavam em meu nome... Não registraram o fim dado à elas, não indenizaram e nem ao menos deram baixa nas ditas do meu nome...Incrivel... Encontrei a funcionária que tinha assinado o documento... Ela se prontificou a achar o recibo... E achou...


        No momento estou na fase de retorno a PF com os documentos de entrega para que tomem as devidas providências... Isto é, dar baixa nas armas de meu nome e pagar a indenização devida...


        Se alguem tivesse usado uma destas armas num crime, eu teria sido chamado para responder... Isto é inaceitável... Mesmo que as tivessem destruído, teriam de ter registrado o fato, dado baixa nas mesmas de meu nome e indenizado conforme determinava a lei...


        Quantos estão nesta mesma situação sem saber? 


        A seqüência dos acontecimentos será postada neste blog...


        Finalizando esta postagem... Das três armas que entreguei, uma realmente não tinha sido retirada de meu nome... Isto foi corrigido de imediato pela polícia federal... A PF tem uma pessoa encarregada de pesquisar e esclarecer sobre o pagamento das indenizações pela armas entregues... No meu caso, o pagamento foi efetuado em 2006, dois anos após e não notei porque a quantia era mui pequena, 300 reais... 


       Tanto a PF quanto a PC agiram de forma organizada e correta... Poderia ser melhor? Sim, poderia... Poderiam notificar quando fizessem o pagamento, não simplesmente depositar e uma das três armas entregues não tinha sido dado baixa de meu nome... Mas são falhas aceitáveis, não desabonam as entidades...


       Nossos cidadãos mais qualificados trabalham para o governo... Militares, bombeiros, políciais, ... Gente qualificada e que aceita ser tratada como desqualificado para o bem da maioria...


      


          

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Departamento Municipal de Aguas e Esgotos Porto Alegre... Como pode???



O texto a seguir é  um encaminhamento de processo interno junto ao nosso DMAE para acertar um acordo que finalize, pelo menos para mim, os graves problemas criados pelo órgão, à partir do final de dezembro de 2010... Pelo texto encaminhado dá para entender o que aconteceu, problemas e soluções... Logo que receber a resposta ela será acrescentada à este post.
Enquanto escrevia este post fiquei sem água novamente... Pior, vizinhos e  inquilinos com água... Fui pesquisar... O registro que coloquei, há poucos dias, no cano que vai para a caixa d'água, não estava deixando passar água... Quebrado por dentro... A pressão é tanta que danificou o registro... Sob chuva, substitui o dito por outro metálico, os chamados "de esfera", colei usando a "poxipol 10 min" que foi recomendada por um amigo dono de ferragem... A única que resiste uma pressão destas... Vejam que esta mudança de pressão ocorreu no final de dezembro de 2010, causou reclamações sobre danos graves, grandes prejuízos, riscos de vidal nas tentativas de conserto em alto de escadas, sob chuva, ... Estamos em 10 de fevereiro de 2011. Mais de uma semana após terem medido oficialmente a absurda pressão d'água com que nos deixaram. Porisso o titulo do post... Dmae... como pode????



                                                Minha caixa com indicador de nível que coloquei para controlar o problema da falta de pressão, antes que terminasse, passava a alimentação da casa direto para a rua, aproveitando a dita mesmo enquanto não conseguia subir à caixa...



O encaminhamento junto ao Dmae foi com este documento:
              
Porto Alegre, dia 09 fevereiro 2011.
Informações para abertura de processo interno no Dmae sobre contestação de consumo no ramal 2 474 867, localizado na rua Dr. Mario Totta, 1601, bairro Tristeza, Porto Alegre.

Sou residente no local há mais de 20 anos... Embora a elevação de meu terreno seja pouca, pois se localiza no início da borda do Morro do Osso, sempre tivemos pouca pressão de água, normalmente faltando entre 10 e 16 horas... Apenas na madrugada as caixas d’água enchiam ou quase... Isto obrigou à muitos colocarem um “t” no cano vindo da rua para que as caixas enchessem pela madruga mas a alimentação normal da casa fosse direto da rua... Para evitar isto teria de ter uma caixa com capacidade superior à 1500 litros, o que a maioria não tinha... O fato é que sempre esperamos por uma solução do Dmae, normalizando a pressão no fornecimento d’água... Uma rua ACIMA, a pressão era normal...

Na última semana de dezembro de 2010, faltou água... Isto era diário, não chamava a atenção... Só que, desta vez, quando foi restabelecida, veio com pressão de lavajato... Em números... O normal seria uma pressão em torno de 22 libras, o que nunca tivemos... Veio com uma pressão de 56 libras... Porque? O Dmae, sem aviso ou qualquer precaução, ligou nossa canalização à das ruas acima... Um jato de mangueira conseguia atingir 25 metros...

Surpresos e felizes comemoramos as primeiras horas de abastecimento com pressão... Porem, em poucas horas a alegria virou pânico... A pressão, duas vezes superior à de um pneu de carro ou da que deveria ter, começou a arrebentar com juntas, canos, mangueiras, chuveiros, bóias de caixa d’água... Foram inundadas casas, pátios, alguns durante a madrugada... Isto aconteceu em toda a rua... Claro que deu origem à várias reclamações... Mas a orientação era de que as tubulações e estragos deveriam ser considerados e encaminhado um processo por escrito. É o caso deste documento...

Porque um mes depois? Primeiro, consertei os danos internos... Torneiras, juntas, chuveiros, canos da residência... Não se tinha noção de quando o problema estaria resolvido... Se arruma va algo, outra coisa estragava... Só reduzir a pressão no registro não adiantou porque é um ajuste muito crítico... Ajustando para uma pressão suficiente, quanto acontecem surtos na tubulação e em horários de baixo consumo, como as 3 da tarde e as 3 da madrugada, a pressão subia rapidamente e detonava com os consertos e causava novos problemas.

Contratar manutenção não era viável porque os estragos foram em toda a rede, do relógio até as caixas d’água e torneiras... Os encanadores consultados fizeram orçamentos inviáveis...

O jeito foi ir consertando aos poucos, contratando ajuda de auxiliares. Teria sido mais em conta substituir tudo, do relógio até a caixa d’água, incluindo a bóia... Mas não se tinha certeza disto.. Daí que, eu, optei por consertar tudo que visivelmente estragou e ir consertando o que novamente estragava nos surtos de pressão... Sei que a pressão ficou em 56 libras porque, um inqulino do meu pátio, após semanas consertando e trabalhando nos estragos, tambem contratando auxiliares, acertou com o dmae e encaminhou processo, como este que estou encaminhando. Uma semana após o acordo, o Dmae mandou uma equipe com medidor para monitorar por 24 horas a pressão. Fiquei abismado como a medida foi executada. Os que foram executá-la, instalaram o medidor na rede interna deo meu inquilino, tendo aberto a mesma para inseriro o medidor... Ou seja, com o registro entre a rede e o medidor... Não fosse eu alertaro o inqulino, ele teria reduzido o fluxo no registro logo após a saida dos funcionários pois estes não o informaram que isto alteraria a medição. LOGO ao colocarem, o indicador mostrou 56 LIBRAS... Pergunta, porque monitorar algo que, de início já se mostra tão algerado??? Só que a conta seguinte ainda veio 4 vezes superior ao normal. Para evitar isto. Consertei toda minha instalação, usando "poxipol 10 min"  para reforçar as conexões, entre a caixa d’água e o relógio...Só assim consegui estabilizar a instalação. Hoje, fecho meu registro interno, após a caixa, vejo no relógio do dmae, indicação de zero consumo... A instalação realmente está perfeita.

Sou aposentado em manutenção de eletrônica e telecom... O mínimo que se esperaria do Dmae seria um alerta e orientação para evitar graves problemas que incluiram riscos de vida... Os registros deveriam ser fechados e abertos por equipes com medidores para ajustá-los `a nova situação...Nada foi feito... Quartos com incapazes foram inundados durante a madrugada, canos se romperam embaixo da terra, dentro dos terrenos, chuveiros estragaram e colocaram em risco seus usuários...

Resolvendo meu caso.

1. A pressão vinda do dmae continua em 56 libras mas minha rede ate a caixa dágua está reforçada, aguenta. Não posso reduzir na frente porque registro são muito críticos e o normal é usá-los para permitir ou corta a água, não controlar o quanto passa por eles...

2. Hoje, meu medidor de consumo indica 14 78229 . Sem indicação de consumo após a caixa encher e a bóia cortar o fluxo.

3. Tenho comprovantes, anexados à este documento, de parte do que foi substituido. Metade da instalação, de 35 metros, sob a casa, teve de ser substituída. Esta liga o relógio à bóia da caixa... Isto num valor de 65 reais.

4. Usei material que já possuia, num valor de 30 reais.

5. Usei auxliares para os quais paguei um total de 200 reais, em 3 dias, os quais não tenho comprovantes por não serem profissionais.

6. Não possuo o consumo dos meses anteriores mas o Dmae sim, só anotar;

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O que espero.

1. Pagar as contas em haver desde que começou o problema pela média dos últimos meses de meu consumo,   ANTES  da desastrada alteração da rede. Lembro que na minha casa somos em duas pessoas, só um casal. Pelo "acordo" feito com meu inquilino, ele pagava em torno de 50 reais, concordou em pagar 120 desta vez, mais que o dobro do seu consumo real, parece que os últimos 4 meses usados no cálculo incluem o que deu o excesso... Isto é inaceitável. Incluir o erro no cálculo para acertar o devido...

2. Ser ressarcido dos meus custos.

3. Não aceito qualquer cobrança acima da média dos meses anteriores ao problema pois os excessos não correspondem à consumo meu e sim,estragos causados por procedimentos errados do Dmae.

4. Fora destes 3 itens, recorrerei ao procon e pequenas causas.

O que o Dmae fez, ou seus contratados, tanto faz, foi como se a CEEE, desligasse seus fornecimento de 110 votss e o retornasse em 220 volts, sem nenhum aviso. Espero nunca mais participar ou tomar conhecimento de algo assim.

Aguardo resposta da empresa.

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Claudiomar Silveira Santos

Técnico em Telecom Eletrônica

Telefone 51 3407 5029

Celular 51 9965 6488

Blog em http://farssas.blogspot.com

Twitter klaud.o@hotmail.com

Email santos.claudiomar@gmail.com





Complexo de registros que fiz para permitir o uso direto da rua ou da caixa, enchendo a caixa quando  a pressão conseguia e fechando suas entradas e saídas, conectando direto com a rua, quando a pressão era baixa... Isto entre 10 da manhã e 4 da tarde... Sempre...










               Com o aumento da pressão refiz toda a tubulação e registros, normalizando. Uma direto da rua à caixa, outra da caixa à casa. Isto é essencial para evitar problemas com o uso... Isola a rede externa da interna... Mas não com a pressão absurda que ainda continua... Isto já danificou mais registros e, certamente, vai detonar com a bóia da caixa... De novo...

              Repito... Como pode um órgão público com tantos recursos, apresentar um despenho técnico destes? Ser comunicado de problemas que causou por tantos e continuar sem uma providência efetiva???


              Continuação...

Antes de levar o encaminhamento acima para o Dmae, busquei o Procon para orientação... Confirmei que estava certo em não pagar excessos que não gerei... Daí que não aceitaria a média pelos últimos 4 meses já que isto incluiria um consumo que não tive... Veja na imagem ao lado... Mes e consumo... Quando aumentaram a pressão sem nenhum cuidado e destruiram partes da instalação, o consumo explodiu... Foram várias fugas, vazamentos que apareciam e eu os consertava...


Vejam, não considero isto o caso de Claudiomar, povo, contra Dmae governo... Militares, políticos, entidades de governo, :-são povo-: como eu e voce... Lá trabalham nossos conhecidos, parentes... Então, contatei com a atendente com o maior respeito e sem agressões de qualquer espécie... Expliquei minha posição... A atendente, inicialmente se agitou, talvez por esperar agressões ou pela complicação que representava resolver o caso... Mas logo sentiu minha posição e disposição de resolver o problema, da forma mais rápida possível e extendendo as soluções aos demais atingidos que estavam desesperados...
Vejam na imagem ao lado os últimos 4 meses...
            
Ela então fez uma proposta de acerto, em que aceitava o encaminhamento do processo com provável ressarcimento dos prejuízos e que reduziao valor a pagar para 100 reais, pagos no mes seguinte...
Na figura ao lado e abaixo, o protocolo de abetura de processo com número para acompanhamento do andamento do dito...

Claro que no mes seguinte tambem virá excesso pois a coisa se extendeu por mais de mes... Então ficou registrado que este novo valor tambem seria recalculado...

Aceitei, fiquei satisfeito, comigo e com o órgão público...  Pedi que fossem acionados encarregados por emergências como a situação exigia... Logo após chegar em casa fui chamado ao portão por uma equipe do Dmae para detalhes do que estava acontecendo. Uma equipe de engenharia foi designada para estudar e corrigir o que aconteceu. Sugeriram um redutor de pressão, disponível em ferragens como solução de emergência. 

Quando o problema for completamente solucionado postarei mais um adendo à este post encerrando o caso.


Abril de 2011... Quatro meses depois o Dmae ainda não resolveu o problema... Pessoas chegam em casa, enchem suas caixas d'água e fecham novamente os registros para evitarem a destruição causada pelo excesso de pressão... Incrível o descaso, a falta de responsabilidade de uma entidade tão importante à população...


            

sábado, 29 de janeiro de 2011

Farsa das Geladeiras. É fria!!!

 Pelo twitter, um amigo tuiteiro, Avila, enviou um endereço de vídeo no youtube... Este :-- Fria... ...
Ano passado minha esposa resolveu comprar uma geladeira nova porque a nossa já não parecia merecer mais consertos... Melhor substituí-la... Concordei mas... Resolvi pesquisar as opções... Fui técnico em manutenção por 30 anos, posso evitar certos problemas...
Òbvio que ela compraria as que tem freezer separado, sobre a geladeira... Uma inovação... Opa... Cuidado... Será que isto já está amadurecido??? Pesquisei problemas com geladeiras..
Muitas pessoas reclamando de problemas em geladeiras com freezer separado, fora da caixa principal... Ficar sem geladeira é de tal forma ruim que deixa as pessoas nas mãos das :-assistências-: ténicas, oficinas, autorizadas...  A grande maioria, ao comprar a nova, se livra, dá, sucateia a antiga... Isto as deixa vulneráveis... Nas mãos de :-técnicos-: e assemelhados... Se acontecer da  nova aquisição falhar, sem a anterior, a família fica em péssima situação enquanto o conserto não for resolvido... Claro que isto acabou sendo aproveitado por quem vive dos reparos... Querendo ou não... Não é uma situação  pela qual gostaria de passar e, para mim, é previsivel...

              Então... Negociei com a esposa dois pontos... Não comrparíamos com freezer separado e, manteríamos a velhinha :)... Como pode ser visto na foto ao lado, tirada há poucos minutos... Ela está, desligada, usada como ármario, mas pronta para substituir a nova aquisição caso necessário... Isto nos dá a oportunidade de negociar, de esperar o tempo que for necessário.

             A indústria é uma máquina pulverizada no planeta e tudo que usamos tem origem em diversas partes do mundo.. Daí que, novidades, qndo apresentam falhas, podem demorar a serem resolvidas ou, nem ser...  Isto é geral, não é só a marca A ou B...
            Se o técnico que é chamado a fazer uma avaliação do seu eletrodoméstico disser isto ou aquilo, como vc pode saber que é isto mesmo??? Bem, voce poderia consultar outros, comparar... Mas não  quando isto vai fazê-lo ficar sem algo tão essencial como uma geladeira... Daí o consumidor, nós... Optamos por arriscar e ser criam situações terríveis como esta, do Oboreli...
           
            Descobri, tambem, que, com a engenharia atual, é possível determinar o tempo de vida útil do que a indústria produz... Daí que, geladeiras antigas, eram feitas superdimencionadas, com vida real quase ilimitada... Claro, isto não é bom negócio... Daí que estipularam a duração delas em três anos... Que é a garantia fornecida... Não é por casualidade que a do nosso amigo, apresentou problemas sérios próximo aos três anos de uso... Claro que isto pode ocorrer antes... Achei casos de meses, um ano, ... Basta consultar os sites de reclamações, de direitos do consumidor, ... . Tambem queremos que as indústrias vendam... Elas empregam, geram riquezas... Mas o problema é que, uma geladeira é mui cara... Veja o caso em questão... Três mil reais... Aliás, é de se perguntar... Geladeiras, máquinas de lavar, são aparelhos eletro mecânicos... Vendidos em mui grande quantidades a nivel mundial... Porque são tão caras? Porque suas manutenções são  tão dispendiosas e inseguras...? São artigos de primeira necessidade... Televisores, com alta tecnologia, grandes telas, voce compra a partir de quinhentos reais... Será que sua aquisição é facilitada para que as massas possam ser facilmente controladas via mídia...? Assim com celulares e computadores... Se deixar eles nos dão e até pagam para os termos e usá-los... Tenho minhas dúvidas... E você...?
 
            Quem precisa realmente de um grande freezer...? Pescadores, caçadores, festeiros... Então, optei por deixar a tecnologia amadurecer. Talvez na próxima... Pelo que pesquisei, pressionada pela necessidade de baratear, as indústrias optaram por fazer o controle de temperatura, bem diferentes no caso do freezer e da geladeira, usando um mesmo cirucuito... A geladeira trabalha em condições extremas... Temperatura, vibração de motor, falta de energia, flutuações de energia... Isto parece confundir o controlador que "troca"  o que controla... Passa  a enviar comandos e -17 graus para onde deveria ser -5 ... Daí a pobre geladeira "estraga"... Muitos casos os técnicos "da garantia" apenas visitam o cliente, fazem o desgelo, limpam e a ligam... A resetam :)... Um santo remédio para tudo que é computadorizado, embora não seja o caso... Volta a funcionar... Por algum tempo... A troca das partes envolvidas é cara, caríssima... Se cria um drama... É horrível...

            Qual solução ou soluções...???  Uma delas é a que mostrei... Não se livrem da velhinha por muito tempo, nem que a guardem na garagem... Isto vai permitir voces terem o controle numa situação de reparo. Poderão fazer vários orçamentos e ficará claor aos "técnicos" que voces não estão desesperados e disposto a  qualquer coisa...
            
            Não comprar "Brastemps"...? Não. Nada disto... É uma excelente marca... O problema existe independente de marcas...

            Não comprar "novidades"...? Não... Não é necessário... Muitas funcionarão sem problemas por longos anos...

            Isto pode ser aplicado à qualquer aquisição que façamos... Calma, não se livrem da velhinha :)...